Vozes – Denise Garcia (Divulgação)

Sonora convida para mais uma edição da série Vozes na próxima segunda-feira, 12/06/2017, às 17h30. Nesse encontro receberemos a compositora Denise Garcia.

 

Denise Garcia: Compositora paulista, professora doutora do Instituto de Artes da Unicamp. Bacharel em Música pela USP (1985), Mestre em Artes pela Unicamp (1993) e Doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP (1998). Realizou estudos de composição na Musikakademie Detmold e na Musikhochshule de Munique (1979-1984). Fez estágio de doutorado junto ao INA-GRM em Paris. Realizou pós-doutorado junto à Escola de Música da UFRJ (2007). Sua pesquisa musicológica se concentra na área de análise de música eletroacústica, tendo se dedicado nos últimos anos a pesquisar, documentar e analisar a música eletroacústica brasileira. Como compositora trabalhou em pesquisas interdisciplinares junto ao LUME/UNICAMP, tendo composto música para importantes produções teatrais desse Núcleo, assim como junto a projetos do Departamento de Dança da Unicamp. Nos anos 90 desenvolveu trabalhos na área da música eletroacústica, gênero musical que responde pela maior parte de sua publicação em Cds. Tem dois Cds solos publicados e várias publicações de obras em coletâneas. Nos últimos anos tem composto também obras para Orquestras Sinfônicas. Foi Coordenadora do Programa de Pós-graduação em Música e Coordenadora dos Cursos de Pós-graduação do Instituto de Artes da Unicamp. Atualmente é Diretora doCiddic – Centro de Integração, Documentação e Difusão Cultural da Unicamp. (Fonte: Currículo Lattes)

Visões Coletivas (Divulgação)

 

Sonora convida para mais uma edição da série Visões na próxima segunda-feira, 08/05, às 17h30. Nesse encontro reuniremos três coletivos para falarem de seu funcionamento, pautas, ações e posicionamentos: Coletivo Feminista da ECA, Núcleo Anti-Opressões do CALC e Coletiva Vulva da Vovó. Todos eles estão ligados de algum modo à Escola de Comunicações e Artes da USP, e esse encontro faz parte do desejo de pensar coletivamente as questões de gênero dentro da escola.

O Coletivo Feminista da ECA é uma entidade auto-organizada representativa de todas as Ecanas, alunas e funcionárias. Através de reuniões semanais e debates promovem: rodas de conversas, saraus, atos, oficinas, reviradas feministas e eventualmente estabelecem parcerias com outros coletivos e entidades da USP. Visando sempre o empoderamento feminino e a equidade de gênero dentro e fora da universidade e em demais espaços sociais.

O Núcleo Anti-Opressões do CALC, na gestão 2017, nasce como mais um dos núcleos da organização interna do Centro Acadêmico. Encabeçado por duas diretoras, mas encaminhado por todas as mulheres da gestão, ele surge para impulsionar os já existentes coletivos auto-organizados da ECA e, também, para pensar em iniciativas próprias.

A Coletiva Vulva da Vovó  nasceu em dezembro de 2014 do encontro de pessoas interessadas na produção e difusão da cultura feminista através de um fazer artístico livre, transversal e autônomo. Entre nossas principais ações se destacam  a realização do Festival Autônomo Feminista que terá sua 4ª edição em 2017, e o espetáculo teatral Sobre as Baleias, que estreou em 2016 e trata da luta das Mães de Maio em São Paulo e das Mães e Avós da Praça de Maio, na Argentina.

Vozes – Janete El Haouli (divulgação)

Sonora convida para mais uma edição da série Vozes na próxima segunda-feira, 3/10, às 17h30. Nesse encontro receberemos a artista Janete El Haouli.

 

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Janete El Haouli é musicista, produtora cultural e pesquisadora com ênfase em rádio como mídia experimental, em voz musical estendida, ecologia sonora e paisagem sonora. Possui bacharelado em Música (piano) pela Faculdade de Música Mãe de Deus de Londrina, PR (1977), Mestrado em Ciências da Comunicação com a dissertação “Demetrio Stratos: a escuta da voz-música” (1993) e Doutorado em Artes com a tese “RadioPaisagem” (2000), os dois últimos pela Universidade de São Paulo (USP). Realizou um Pós-doutorado pela Escola de Musica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) sobre “Arte Acústica Radiofônica” (2007) e foi Professora na Universidade Estadual de Londrina (UEL), Departamento de Música e Teatro, entre 1981-2011. Criou e coordenou o programa radiofônico “Música Nova: rádio para ouvidos pensantes” (1991-2005) pela Radio UEL-FM e o Núcleo de Música Contemporânea da UEL (1993-2008). Foi diretora da Rádio Educativa UEL-FM (2001-2005), da Casa de Cultura da UEL (2007-2010) e do Setor de Informação e Comunicação do Centro Cultural São Paulo (2012). Em 2013 criou e atualmente coordena o espaço ‘TOCA: arte ação criação” na cidade de Londrina, através do qual segue promovendo e organizando atividades pedagógicas, de criação e de pesquisas na área da experimentação vocal, da arte radiofônica, da criação com paisagens sonoras e da ecologia sonora. Seus trabalhos tem sido apresentados em eventos no Brasil e no Exterior. Em 2014 recebeu prêmio internacional no Concurso de Produções Radiofônicas da 10ª Bienal Internacional de Rádio do Mexico. Integra o Collectif Environnement Sonore (France- Suisse) e o Grupo Ars Acustica International.

Vozes – Valéria Bonafé (Divulgação)

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Sonora convida para mais uma edição da série Vozes na próxima segunda-feira, 27/06, às 17h30. Nesse encontro a compositora Valéria Bonafé falará sobre sua tese de doutorado recém concluída “A casa e a represa, a sorte e o corte. Ou: A composição enquanto imaginação de formas, sonoridades, tempos [e espaços]” e também sobre algumas de suas composições.

 

Valéria Bonafé é compositora, pesquisadora e professora. Registros dos seus trabalhos podem ser encontrados no seu site www.valeriabonafe.com ou em www.soundcloud.com/valeriabonafe.

Visões – “Imagem, imaginário e representações da mulher negra”, com Rosane Borges (Divulgação)

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Sonora convida para mais uma edição da série Visões na próxima segunda-feira, 06/06, às 17h30. Nesse encontro a jornalista e pesquisadora Rosane Borges falará sobre sua trajetória profissional, os desafios e conquistas, as narrativas que tratam da mulher negra e suas representações pela mídia, e sua atuação, enquanto mulher, em instituições voltadas à igualdade racial.

Rosane BorgesRosane Borges é jornalista, pós-doutoranda em Ciências da Comunicação pela ECA-USP, integrante do grupo de pesquisa Midiato (ECA-USP) e professora do Curso de Especialização do Celacc (Centro de Estudos Latino-Americanos sobre Cultura e Comunicação da USP). Foi coordenadora nacional do Centro Nacional de Informação e Referência da Cultura Negra (CNIRC) da Fundação Palmares, órgão do Ministério da Cultura, e professora do Departamento de Comunicação da Universidade Estadual de Londrina (UEL), onde integrou o corpo docente do mestrado em Comunicação Visual. Coordenou a Revista Nguzu (NEAA-UEL) e escreve regularmente nos portais de notícias “Obsevatório da Imprensa”, “Geledés” e “Áfricas”. Integra a Comissão Estadual da Verdade da Escravidão Negra (OAB-SP), a Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial (Cojira-SP) e o Conselho Nacional de Promoção de Políticas da Igualdade Racial (CNPIR) da Seppir (Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial). Possui diversos livros publicados, entre eles: Jornal: da forma ao discurso (2002), Rádio: a arte de falar e ouvir (2003) e Espelho infiel: o negro no jornalismo brasileiro (2004).

Visões – “Relato e debate sobre o Fórum WISWOS – Educating gilrs in sound”, com Lílian Campesato (Divulgação)


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Sonora convida para mais uma edição da série Visões na próxima segunda-feira, 09/05, às 17h30, na Sala do Nusom. Nesse encontro teremos um relato seguido de debate sobre os temas tratados no FórumWISWOS (Women in sound Women on sound: Educating girls in sound) que aconteceu no dia 22 de abril na Universidade de Lancaster, Reino Unido.

O relato e o debate serão conduzidos pela artista e pesquisadora Lílian Campesato que participou do Fórum no ano de 2016. A ideia é recuperar as contribuições que toda a rede Sonora deu para a apresentação no Fórum frente ao que foi proposto e discutido no âmbito do WISWOS. Para isso, iremos aprofundar as reflexões e propostas referentes à educação das garotas, à promoção de visibilidade, à falta de modelos e a tantos outros temas discutidos. De uma maneira sintética os assuntos discutidos durante o WISWOS 2016 passaram pelas seguintes perguntas:

  1. Que impacto os sistemas educacionais têm nas jovens garotas que as impedem de se dirigir aos campos da ciência, tecnologia, artes e engenharias com som e composição? Como isso pode ser modificado / melhorado?
  2. O que acontece nas salas de aula de música (composição) / engenharia de áudio, música e tecnologia, etc?
  3. Em que ponto (quando) observamos uma mudança do mesmo nível de interesse (em relação aos meninos) para pouco interesse (nessas áreas e aulas)?
  4. Que iniciativas já existem para encorajar as garotas a participar / se envolver?
  5. O que nós podemos e o que nós não devemos fazer a esse respeito?

Lílian Campesato é musicista e pesquisadora com ênfase na experimentação de meios híbridos e não usuais de criação sonora, especialmente performances. Seus trabalhos exploram o uso da voz e gesto combinados a recursos eletrônicos e audiovisuais interativos. Realizou doutorado na Universidade de São Paulo com a tese “Vidro e Martelo: contradições na estetização do ruído na música”, que trata de diferentes concepções sonoras na música e nas artes a partir das relações de incorporação e rejeição do ruído. Realizou pós-doutorado junto ao NuSom  (Núcleo de Pesquisas em Sonologia da Universidade de São Paulo) o com uma pesquisa que investiga os discursos acerca dos contornos e limites da música. Foi uma das criadoras do Sonora, um grupo dedicado à discussão da participação das mulheres na música.Website: http://liliancampesato.tumblr.com

Vozes – Roseane Yampolschi (Divulgação)

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Sonora convida para mais uma edição da série Vozes na próxima segunda-feira, 23/11, às 14h00. Nesse encontro, receberemos a compositora Roseane Yampolschi para falar do seu trabalho artístico. Excepcionalmente o encontro acontecerá na Sala 12 do CMU-ECA-USP.

Roseane Yampolschi é professora e pesquisadora da Universidade Federal do Paraná – UFPR nas áreas de Composição e Projetos Criativos em Arte Sonora. Doutora em Música/Composição (University of Illinois, 1997) e Pós-Doutorada pelo King’s College (2014), suas atividades em composição abrangem áreas diversas, com atuação e prêmios no Brasil e no exterior.

 

Visões – “Resistência e feminismos indígenas”, com Léa Tosold (Divulgação)

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Sonora convida para mais uma edição da série Visões na próxima segunda-feira, 16/11, às 10h30, na Sala do Nusom. Nesse encontro, receberemos a pesquisadora Léa Tosold com o tema “Resistência e feminismos indígenas”.

A proposta é estabelecer um diálogo com os feminismos indígenas de maneira a permitir o questionamento de dualismos e formas estanques de ação política, bem como ampliar uma perspectiva crítica sobre o cotidiano enquanto político. A partir de exemplos da atuação de movimentos feministas em processos de resistência, será apontada a importância da abertura e do cultivo de esferas de compartilhamento em coletivo.

Léa Tosold é pesquisadora do Departamento de Ciência Política (DCP-USP), integrante do Gepô (Grupo de Estudos de Gênero e Política do DCP-USP) e do Comitê Paulista de Solidariedade à Luta pelo Tapajós, coletivo autônomo que busca fortalecer o processo de resistência dos povos indígenas, ribeirinhos e tradicionais ao projeto de construção de um complexo de hidrelétricas na região. Suas áreas de atuação são: teoria política e feminismos; interseccionalidades; políticas de diferença; epistemologias feministas; capitalismo, feminismo, territorialidades e violência; movimentos indígenas latino-americanos.