Ata da reunião de 14/08/2017 – interna

Pauta

A reunião de hoje se destinou, principalmente, a discutir a organização da rede: formas de participação, vínculos institucionais, canais de comunicação, dinâmicas dos encontros, etc. Esta era uma demanda antiga, que vinha sendo adiada, às vezes por falta de quórum, outras vezes por urgência de outras demandas que se sobrepuseram.

Também havia sido marcado para hoje o levantamento e processamento das gravações enviadas por integrantes da rede para o manifesto sonoro para Mayara Amaral, mas não houve tempo hábil..

  • Em relação às formas de participação, foram retomados alguns temas como quem é a rede e quem se sente parte da rede. Foi lembrado que o formulário realizado pela Tania em 2016, auxiliado pela Camila e outrxs, mostrou que muitas pessoas que quiseram preencher o formulário não necessariamente eram bastante ativas no cotidiano da rede, mas se sentiam parte dela.
  • Já tinha sido sugerido pela Isabel, via whats up, que a rede definisse um núcleo duro para se responsabilizar por projetos e decisões. Estes projetos e decisões seriam divulgadxs na lista. Foi falado em estipular prazos para que pessoas do núcleo duro possam entrar e sair deste núcleo.
  • Foi sugerido fazer um convite aberto na lista para pessoas interessadas em fazer parte do núcleo duro.
  • Valéria sugeriu que fossem formadas comissões por projetos em vez de por períodos, para que não haja um engessamento de funções. A rotatividade é importante, para não sobrecarregar pessoas e, ao mesmo tempo, para capacitar a todxs da rede.
  • Lilian levantou a questão da confiança nas comissões e respeito ao trabalho das mesmas. Existem decisões mais e menos delicadas, que devem ser levadas em conta.
  • Tania sugeriu que o núcleo duro tenha determinados fundamentos comuns, como regras a serem respeitadas.
  • Flora colocou algumas de suas experiências no coletivo feminista para dar exemplos de ações colaborativas.
  • Foi colocada a importância do apoio mútuo, da possibilidade de rever decisões, retomar ações, como o próprio abaixo-assinado para a Mayara Amaral. Todxs concordaram em que as reuniões não são definitivas em quanto a posicionamentos e projetos, que tudo pode ser repensado e temas que ficam em aberto podem e devem ser retomados. Foi discutido o fato de que as vezes as desconfianças criam barreiras.
  • Ao mesmo tempo foi colocado que a Sonora tem uma atuação política e que deve assumir isso. A dificuldade é a pluralidade de ideias, que também precisa ser respeitada. É um desafio da Sonora lidar com tudo isso.
  • Alguns assuntos internos sobre o painel que a Sonora mandaria à Anppom no congresso deste ano foram retomados e discutidos. Foi importante o fato de varias pessoas se abrirem e serem ouvidas.
  • Foi colocado o problema da centralização da rede em São Paulo, na USP e no grupo mais constante nas reuniões. Este ponto deve ser mais refletido pela rede.

Próxima reunião

  • Ficou decidido que a pauta da próxima reunião será a definição do núcleo duro da rede, bem como das possíveis comissões para projetos específicos.
  • Também ficou para o próximo encontro o levantamento e processamento dos arquivos de áudio para o protesto sonoro Mayara Amaral.
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